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Editor: Celso Soares | Director : Paulo A. Monteiro

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GOVERNO VAI AUMENTAR VAGAS NOS CENTROS DE DETENÇÃO PARA IMIGRANTES

Lisboa 7 de Maio de 2026 – O Governo vai aumentar, até ao verão, a capacidade dos centros de detenção para imigrantes em Portugal, através da instalação de estruturas modulares temporárias junto aos espaços já existentes. A medida foi anunciada pelo secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração, Rui Armindo Freitas, que garantiu que o processo está a avançar com rapidez.

Em entrevista à agência Lusa, o governante afirmou que “o Ministério da Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para, nos próximos meses, termos as vagas de que necessitamos”. Segundo Rui Armindo Freitas, os centros de instalação temporária são “fundamentais para casar com esta lógica de retorno”, numa altura em que o Executivo pretende reforçar os mecanismos de controlo e gestão da imigração.

Numa primeira fase, o Governo aposta no reforço das unidades já existentes, através da colocação de construções modulares provisórias, solução que permitirá responder às necessidades imediatas enquanto decorre o planeamento de novos espaços de acolhimento e detenção.

“O retorno é fundamental numa imigração que se rege por entrada, permanência e retorno”, sublinhou o secretário de Estado, defendendo que a nova legislação nesta área é “justa e equilibrada”. Rui Armindo Freitas destacou ainda que a lei não permite a expulsão de crianças isoladas, garantindo proteção especial para menores em situação de vulnerabilidade.

Relativamente às famílias migrantes, o governante explicou que a avaliação será realizada logo à entrada no país, permitindo às autoridades determinar os procedimentos adequados em cada caso.

Rui Armindo Freitas reiterou também que o objetivo do Executivo passa por criar “um sistema de imigração que funcione e que um cidadão estrangeiro nunca tenha de ser cidadão nacional por conveniência”. Segundo o secretário de Estado, o Governo pretende assegurar um modelo migratório mais eficaz, equilibrado e capaz de responder às necessidades do país sem comprometer as regras de permanência e integração.

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